domingo, 7 de março de 2010

Não te quero mais.
Quero te ver seca, morta, arreganhada e sorridente
como a carcaça de um boi.
Não me provoques.
Não venhas de soneto
não inventes novidades
não redescubras Mallarmé, sequer Homero,
meta no rabo teus computadores e teu seiscentismo
quero te ver desdentada e em pânico
ave nua e morta.

Ao diabo com tua retórica!
Vou ser grosso que nem um bicho.
O que eu quero é comer tua filha gostosa
Que logo vem me atentar
cristovão tezza

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